Há algum tempo tenho esse blog e nunca sei muito bem o que postar. Há alguns dias senti a necessidade de falar sobre o ser mulher, ser mãe, ser profissional, sobre questões existenciais-cotidianas. Espero ter a coragem e a ousadia para apresentar as dificuldades e as alegrias que encontramos. Dificuldades essas que nos fortalecem. Sem muita pretensão ou obrigação desejo registrar algumas histórias cotidianas. A parte profissional deixarei para outros blogs que criamos.
domingo, 6 de março de 2016
APRESENTAÇÕES E NA TV E ENTREVISTAS RÁDIO:
Programa fé na vida - Corpo, morada do Espírito Santo
https://www.youtube.com/watch?v=KzhX5TytR-8&index=13&list=PLdqSolo90Oz8owxEcaNIIJpRgFnQQHB3W
Café teológico Rede evangelizar: mística e corporeidade
https://www.youtube.com/watch?v=drclU9U_fk8
REDE evangelizar - CAFÉ Teológico - TEOLOGIA DO CORPO
https://www.youtube.com/watch?v=tGietxCJ1UQ
Entrevista para rádio sobre o tema transcender:
Trancendência em Simone Weil
http://transcenderdoc.tumblr.com/post/133159663476/na-%C3%BAltima-quinta-feira-12-tive-o-prazer-de
Programa fé na vida - Corpo, morada do Espírito Santo
https://www.youtube.com/watch?v=KzhX5TytR-8&index=13&list=PLdqSolo90Oz8owxEcaNIIJpRgFnQQHB3W
Café teológico Rede evangelizar: mística e corporeidade
https://www.youtube.com/watch?v=drclU9U_fk8
REDE evangelizar - CAFÉ Teológico - TEOLOGIA DO CORPO
https://www.youtube.com/watch?v=tGietxCJ1UQ
Entrevista para rádio sobre o tema transcender:
Trancendência em Simone Weil
http://transcenderdoc.tumblr.com/post/133159663476/na-%C3%BAltima-quinta-feira-12-tive-o-prazer-de
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Em 2007 li a 43ª Edição do livro A Insustentável leveza do ser de Milan KUNDERA. Uma leitura impressionante e inesquecível! Nestes dias retomei meus fichamentos para minha tese. REsolvi assim 'eternizar' algumas frases:
“Quanto mais pesado o fardo, mais próxima da terra está a nossa vida, e mais ela é real e verdadeira. Por outro lado, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne mais leve do que o ar, com que ele voe, se distancie da terra, do ser terrestre, faz com que ele se torne semi-real, que seus movimentos sejam tão livres quanto insignificantes. Então, QUAL escolher?" O peso ou a leveza?” (p. 10-1)
Muitas vezes nos refugiamos no futuro para escapar do sofrimento. Imaginamos uma linha na pista do tempo, e pensamos que a partir dessa linha o sofrimento presente deixará de existir (p. 167)
“Não estava certo de ter agido bem, mas estava certo de ter agido como queria.”“Mas o homem, porque não tem senão uma vida, não tem nenhuma possibilidade de verificar a hipótese através de experimentos, de maneira que não saberá nunca se errou ou acertou ao obedecer a um sentimento.”
A ORIGEM DO kitsch é uma palavra alemã que apareceu em meados do séc XIX e que em seguida espalhou-se pelo mundo. O uso repetido da palavra fez com que se apagasse seu sentido metafísico original: em essência, o kitsch é a negação absoluta da merda: o kitsch esconde em seu campo visual tudo o que a existência humana tem de essencialmente inaceitável (P. 250).
“Não existe meio de verificar qual é a boa decisão, pois não existe termo de comparação. Tudo é vivido pela primeira vez e sem preparação. Como se um ator entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que pode valer a vida, se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida? É isso que faz com que a vida pareça sempre um esboço. No entanto, mesmo ‘esboço’ não é a palavra certa porque um esboço é sempre um projeto de alguma coisa, a preparação de um quadro, ao passo que o esboço que é a nossa vida não é o esboço de nada, é um esboço sem quadro.”
“Quanto mais pesado o fardo, mais próxima da terra está a nossa vida, e mais ela é real e verdadeira. Por outro lado, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne mais leve do que o ar, com que ele voe, se distancie da terra, do ser terrestre, faz com que ele se torne semi-real, que seus movimentos sejam tão livres quanto insignificantes. Então, QUAL escolher?" O peso ou a leveza?” (p. 10-1)
Muitas vezes nos refugiamos no futuro para escapar do sofrimento. Imaginamos uma linha na pista do tempo, e pensamos que a partir dessa linha o sofrimento presente deixará de existir (p. 167)
“Não estava certo de ter agido bem, mas estava certo de ter agido como queria.”“Mas o homem, porque não tem senão uma vida, não tem nenhuma possibilidade de verificar a hipótese através de experimentos, de maneira que não saberá nunca se errou ou acertou ao obedecer a um sentimento.”
A ORIGEM DO kitsch é uma palavra alemã que apareceu em meados do séc XIX e que em seguida espalhou-se pelo mundo. O uso repetido da palavra fez com que se apagasse seu sentido metafísico original: em essência, o kitsch é a negação absoluta da merda: o kitsch esconde em seu campo visual tudo o que a existência humana tem de essencialmente inaceitável (P. 250).
“Não existe meio de verificar qual é a boa decisão, pois não existe termo de comparação. Tudo é vivido pela primeira vez e sem preparação. Como se um ator entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que pode valer a vida, se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida? É isso que faz com que a vida pareça sempre um esboço. No entanto, mesmo ‘esboço’ não é a palavra certa porque um esboço é sempre um projeto de alguma coisa, a preparação de um quadro, ao passo que o esboço que é a nossa vida não é o esboço de nada, é um esboço sem quadro.”
terça-feira, 11 de novembro de 2014
sábado, 27 de setembro de 2014
"No movimento da respiração é o expirar que é o mais importante. Se o processo fisiológico da respiração começa pelo inspirar, a experiência espiritual começa pelo expirar, pelo abandono total" Pierre - Fraçois
Mas, depois da humilde e honesta confissão da própria insuficiência, a teologia reconhece que falar do Espírito é necessidade inevitável: sem ele, 'Deus está distante; Cristo fica no passado; o Evangelho é letra morta; a Igreja, uma simples organização; a autoridade, uma dominação; a missão, uma propaganda; o culto, uma evocação; o agir cristão uma moral de escravos".
(I. HAZIM, in CONSEIL OECUMÉNIQUE DES ÉGLISES. In DIcionário de EspiritualidadeTeresianum (ORG), 2012)segunda-feira, 25 de agosto de 2014
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